Você pensa, analisa, tenta compreender o que sente, procura explicações — e, ainda assim, algumas coisas continuam voltando.
A ansiedade reaparece.
A autocobrança não diminui.
Os relacionamentos tropeçam nos mesmos lugares.
O corpo começa a reclamar.
Você sabe que algo precisa mudar, mas talvez nem saiba exatamente o quê.
Antes de começar um processo terapêutico, existe uma pergunta mais importante:
O que, de fato, está acontecendo com você?
A Sessão Diagnóstica Terapêutica é um encontro aprofundado de 70 a 80 minutos para investigar sua história, compreender a situação atual e construir uma primeira leitura dos padrões emocionais, relacionais e corporais envolvidos no seu sofrimento.
Sessão individual | 70–80 minutos | R$ 250
[QUERO AGENDAR MINHA SESSÃO DIAGNÓSTICA]
Você não precisa chegar sabendo explicar exatamente o que tem.
Aliás, muitas vezes esse é justamente o problema: a pessoa consegue explicar tudo muito bem — e continua presa no mesmo lugar.
Durante a Sessão Diagnóstica, vamos investigar juntos:
o que está acontecendo atualmente;
quando isso começou ou se intensificou;
padrões que se repetem na sua vida;
conflitos afetivos e relacionais;
formas de autocobrança, controle ou evitação;
como você reage diante de medo, frustração, abandono, desejo e intimidade;
manifestações corporais associadas aos seus estados emocionais;
estratégias que você já tentou utilizar;
e aquilo que talvez ainda não esteja tão evidente para você.
Porque existe uma diferença enorme entre saber contar sua história e perceber a lógica inconsciente que continua organizando essa história.
Você pode ter chegado até esta página porque:
Pensa demais e não consegue desligar a cabeça.
Analisa situações repetidamente, antecipa possibilidades e tenta encontrar uma explicação para tudo.
É extremamente exigente consigo.
Mesmo quando faz muito, permanece com a sensação de que deveria estar fazendo melhor.
Tem dificuldade em simplesmente sentir.
Quando surge medo, tristeza, raiva ou vulnerabilidade, rapidamente aparece uma explicação, uma análise ou uma tentativa de controle.
Seu corpo parece carregar aquilo que você não consegue elaborar.
Tensão, agitação, exaustão, alterações do sono, sensação de alerta ou outras manifestações corporais podem acompanhar períodos emocionalmente difíceis.
Repete padrões nos relacionamentos.
Muda a pessoa, muda a situação — mas alguma coisa estranhamente familiar continua acontecendo.
Você sabe racionalmente o que deveria fazer, mas não consegue fazê-lo.
E começa a surgir aquela pergunta incômoda:
“Se eu já entendi tudo isso, por que continuo assim?”
É justamente aí que uma investigação mais profunda começa a fazer sentido.
Nem toda pessoa que chega até mim precisa do mesmo tipo de acompanhamento.
Por isso, eu não parto da ideia de encaixar você previamente em uma técnica.
Primeiro investigamos.
Depois pensamos no caminho.
A Sessão Diagnóstica permite construir uma formulação terapêutica inicial: uma hipótese organizada sobre o que pode estar sustentando seus conflitos e qual tipo de trabalho parece mais coerente naquele momento.
Ao final do encontro, conversaremos sobre:
1. O que apareceu como questão central
Nem sempre o problema que levou você a procurar ajuda é exatamente o problema que mantém o sofrimento.
2. Quais padrões merecem ser investigados
Repetições, defesas, conflitos, relações, afetos e respostas corporais que surgiram durante nossa conversa.
3. Qual abordagem pode fazer mais sentido
Dependendo da sua necessidade, posso indicar um processo predominantemente psicanalítico ou um trabalho integrativo envolvendo também corpo e processos de autorregulação.
4. Quais seriam os próximos passos
Você poderá compreender como funcionaria um eventual acompanhamento antes de decidir se deseja iniciá-lo.
Não existe obrigação de continuar o tratamento comigo depois da Sessão Diagnóstica.
A primeira decisão é compreender melhor o problema.
Minha forma de trabalhar parte de uma ideia simples:
aquilo que acontece psiquicamente também acontece em um organismo.
Uma pessoa pode dizer que está tranquila enquanto prende a respiração.
Pode afirmar que “já superou” enquanto o corpo inteiro se contrai ao tocar determinado assunto.
Pode compreender intelectualmente uma relação e continuar emocionalmente presa a ela.
Por isso, minha leitura clínica pode integrar diferentes perspectivas.
Investiga conflitos inconscientes, desejos, defesas, repetições e os significados construídos ao longo da história de cada pessoa.
Ajudam a ampliar a compreensão sobre afeto, motivação, regulação emocional, comportamento e relação entre cérebro, corpo e experiência subjetiva.
Acrescentam atenção à respiração, tensão muscular, expressão corporal, contenção emocional e à maneira como a história também pode aparecer no corpo.
Não se trata de usar várias técnicas aleatoriamente.
Trata-se de olhar para a mesma pessoa por diferentes ângulos, quando isso realmente acrescenta alguma coisa à compreensão do caso.
Escolhemos um horário disponível para atendimento.
A sessão pode ocorrer conforme disponibilidade de modalidade e local de atendimento.
Você apresenta o que está vivendo e eu conduzo a investigação por meio de perguntas, associações e observações clínicas.
Não existe roteiro engessado.
Sua história determina o caminho da sessão.
Ao longo da conversa, começo a relacionar informações que isoladamente talvez parecessem desconectadas.
História.
Relacionamentos.
Comportamento.
Afetos.
Corpo.
Repetições.
Contradições.
Ao final, conversamos sobre minha compreensão até aquele momento e sobre possíveis caminhos terapêuticos.
Não é uma sentença sobre quem você é.
É uma hipótese de trabalho.
E hipóteses existem para serem investigadas.
Ótimo.
Você não precisa preparar uma apresentação sobre sua própria vida.
Não precisa organizar cronologicamente sua infância.
Não precisa descobrir previamente qual é o seu “trauma”.
E, definitivamente, não precisa chegar com um diagnóstico retirado de quinze vídeos e sete testes da internet. ??
Começamos exatamente de onde você está.
“O que fez você procurar ajuda justamente agora?”
Frequentemente, essa pergunta já abre muito mais portas do que parece.
Psicanalista Clínico
Minha prática clínica integra principalmente Psicanálise, Neuropsicanálise, Neurociência e abordagens corporais derivadas do pensamento reichiano e da Bioenergética.
Ao longo da minha formação, aprofundei estudos em áreas como:
Psicanálise;
Neuropsicanálise;
Neurociência Médica;
Psicoterapia Reichiana e Neo-Reichiana;
Bioenergética;
Psicossexualidade Humana;
Hipnose Clínica.
Meu trabalho parte da escuta psicanalítica, mas não trata você como uma mente flutuando acima do pescoço.
Pensamentos importam.
Mas também importam o medo, o desejo, o prazer, a raiva, a vergonha, a respiração, a tensão e a forma como seu corpo reage enquanto você conta aquilo que acredita já ter compreendido.
Pessoas que já passaram pelo acompanhamento destacam especialmente três aspectos do trabalho:
Acolhimento para falar sobre questões difíceis sem julgamento.
Sessões que provocam reflexão e ajudam a perceber situações por outros ângulos.
Uma condução dinâmica, em vez de uma experiência terapêutica mecânica ou impessoal.
Porque escutar não significa permanecer passivamente em silêncio.
Em alguns momentos, você precisa de espaço para falar.
Em outros, precisa de uma pergunta suficientemente boa para desmontar uma certeza antiga.
Não.
O termo diagnóstica, aqui, refere-se a uma investigação e formulação terapêutica inicial.
Ela não substitui avaliação médica, psicológica ou psiquiátrica quando essas forem necessárias e não tem como objetivo atribuir um rótulo à pessoa.
Não.
A Sessão Diagnóstica é independente.
Ao final, posso apresentar minha indicação terapêutica, mas a decisão sobre continuar ou não será sua.
Sim.
Você não precisa possuir experiência anterior com terapia ou psicanálise.
A própria sessão serve para compreender sua demanda e avaliar qual caminho pode ser mais adequado.
Pode fazer.
Principalmente quando você percebe que existe alguma questão que continua sem elaboração ou deseja compreender se outra forma de trabalho seria adequada ao momento atual.
Talvez.
Mas não porque todo problema precise ser artificialmente levado à infância.
Voltaremos à sua história quando ela ajudar a compreender aquilo que está acontecendo hoje.
Provavelmente essa é a pergunta errada.
O objetivo não é reduzir uma vida inteira a uma palavra.
O objetivo é sair com mais clareza sobre o funcionamento do problema, os padrões envolvidos e o que vale a pena investigar a partir dali.
E isso costuma ser muito mais útil.
Precisa decidir apenas o primeiro passo.
Se existe algo se repetindo, incomodando ou exigindo energia demais de você, podemos começar investigando.
Sem prometer soluções mágicas.
Sem tentar encaixar sua história em uma fórmula.
Sem transformar você em um diagnóstico.
Primeiro, compreendemos.
Depois, escolhemos o que fazer com aquilo que encontramos.
70–80 minutos
Investimento: R$300
Atendimento mediante agendamento.
Wesley Damaceno
Psicanalista Clínico


